Passo a passo: veja como fazer investimentos internacionais

7 minutos para ler

Ao acompanhar os mercados de investimentos, é natural que surja o interesse em se investir no maior e mais robusto mercado do mundo: o americano. No entanto, essa vontade costuma ser acompanhada de uma série de dúvidas. Um erro comum, por exemplo, é acreditar que isso só é possível quando temos um valor acima de R$ 500 mil para investir.

O cenário atual é, na verdade, democrático. Ainda assim, é fundamental começar da forma correta. Para mostrar detalhadamente a viabilidade dessa opção, conversamos com Will Castro Alves, Estrategista Chefe da Avenue e especialista no assunto.

Neste conteúdo especial, faremos algumas considerações sobre aplicar dinheiro no estrangeiro, por onde começar e os cuidados que você deve ter. Confira!

As vantagens de fazer investimentos internacionais

Como bem explica Will Castro Alves, a principal vantagem de investir fora do Brasil é de ser uma medida de “proteção patrimonial“, algo que acompanha um balanceamento de ativos e passivos. O fato é que parte da nossa vida já é dolarizada. O custo de produtos farmacêuticos, roupas, combustíveis e até mesmo da Netflix e do Spotify está sujeito a flutuações causadas por variações do dólar.

Consequentemente, investimentos internacionais representam na prática uma forma de manter sua renda também atrelada ao dólar. Isso significa manter nosso poder de consumo, mesmo quando a moeda dá um salto.

Diversificação

Temos ainda a possibilidade de diversificar a carteira. Ainda que o mercado brasileiro seja grande o suficiente para que seus investimentos sejam variados, grandes guinadas da economia do país podem afetar as aplicações. Basta observar, por exemplo, o que ocorre na B3 (antiga BOVESPA) quando é acionado um Circuit Breaker, como testemunhamos no início da pandemia da covid-19.

Então, manter parte do seu dinheiro investido lá fora pode ser uma forma de proteção resiliente contra a instabilidade interna.

Lembre-se de que, embora a diversificação possa ajudar a espalhar riscos, ela não garante lucro nem protege contra perdas

Como começar a investir

O primeiro passo é conhecer os diferentes tipos de investimento, sobretudo os mais simples. Segundo Will, os ativos mais acessíveis são as ações. Sendo que no mercado americano a realidade das empresas listadas é bem diferente do Brasil. Basta dizer que empresas como Amazon, Google, Coca-Cola, Wal-Mart, Apple, Berkshire Hathaway, Disney, Nike, Netflix e tantas outras estão listadas nas duas maiores bolsas de New York.

Ainda no tema ações, existem também valores mobiliários em versão internacional, também conhecidos como American Depositary Receipt (ADR). Na prática, são “ações de empresas listadas fora dos Estados Unidos, mas que negociam no mercado americano também.” Imagine que empresas como a chinesa AliBaba e as japonesas Toyota, Honda e Sony, para ficar em alguns exemplos, também tem ações listadas nas bolsas americanas e disponíveis na Avenue.

Outra opção são os fundos negociados na bolsa de valores. O Estrategista Chefe da Avenue Securities explica que uma das principais vantagens dessa aplicação é a liquidez, ou seja, a possibilidade de “vender e transformar o investimento em recurso financeiro muito rápido“.

Existem, é claro, outras alternativas, como “commodities, bonds, moedas, ações ou os próprios fundos imobiliários empacotados dentro de um outro fundo”, ele conclui. Antes de definir sua estratégia, então, é preciso analisar as características de cada opção, sobretudo no que diz respeito aos riscos.

O passo a passo para investir

Comece abrindo uma conta em uma instituição internacional. A Avenue, como detalharemos no decorrer do texto, concede esse acesso a investidores brasileiros de uma forma muito mais simples e rápida do que os bancos. Com a conta aberta, é hora de enviar os recursos para o exterior.

O investidor pode se beneficiar se entender melhor, por exemplo, o mercado no qual o investimento será feito. Qual é o histórico recente daquela empresa? E do setor como um todo? De que forma anda a conjuntura econômica do país e da região? Quais são os riscos e a rentabilidade?

Câmbio e gestão de investimentos

É preciso ficar a par das questões relacionadas ao câmbio da moeda. Afinal, o processo exigirá a conversão do Real em Dólar na compra dos ativos.

Por fim, é importante estabelecer uma rotina de gestão dos investimentos. Se você faz aplicações no Brasil, tenha em mente que aqui o processo exigirá atenção diferenciada, já que são fatores ligados a mercados e economias diferentes, com diferentes variáveis a serem acompanhadas.

Os cuidados ao fazer investimentos internacionais

Investimentos pressupõem riscos. Essa é uma realidade inescapável do mercado. Nesse caso, um cuidado importante é entender a natureza desse risco, como explica Will: “em ações existem os riscos do negócio, do mercado e da empresa“.

Além disso, é preciso ter cuidado em relação à instituição que faz a mediação do processo, ou seja, a que carrega e cuida do dinheiro. “Quem é a instituição na qual estou investindo, quais são os seguros que tenho ao investir com essa instituição — esses pontos devem ser analisados”, complementa Will.

Por fim, ele dá algumas dicas para analisar essa empresa: “devemos observar se conseguimos contatar a instituição de forma fácil, se está registrada junto aos órgãos reguladores americanos e se parte do sistema de proteção do investidor americano, como o SIPC“.

A importância de contar com uma corretora especializada

A Avenue é uma corretora americana que foi fundada por nomes reconhecidos do mercado de corretoras e de bancos de investimentos no Brasil. Por isso, a Avenue entende os dois mundos e faz a ponte entre eles. Um grande diferencial da Avenue, por exemplo, é a simplicidade que a plataforma oferece, possibilitando transferências de forma rápida e fácil.

Will Castro Alves explica que, em outras corretoras, o processo geralmente é mais complicado e difícil: “[você] tem que usar um agente de câmbio para enviar seu dinheiro”. Além disso, na Avenue, existe a possibilidade de investimentos fracionados, ou seja, não existe um mínimo (…). Posso comprar 50 dólares de uma ação, por exemplo, ou um dólar.”

Interface amigável

Somado a isso, “outro diferencial são os custos que estão em condição de concorrer com qualquer outro tipo de instituição”. A plataforma é extremamente acessível, tendo inclusive uma interface em português. Tudo isso é feito visando a democratização do acesso às aplicações nos Estados Unidos. O atendimento também é em português, feito por uma equipe certificada.

Vale destacar, como aponta nosso entrevistado, que “a Avenue desenvolve conteúdos e informações sobre investimentos. O objetivo é compartilhar o know-how de quem entende do assunto, ajudando você a preparar sua estratégia de atuação dentro e fora do Brasil.”

Como você pôde ver, os investimentos internacionais já são acessíveis. Não há segredo: é preciso estudar o mercado, calcular os riscos, acompanhar de perto suas ações e, principalmente, contar com uma empresa que é especialista no assunto. Dessa forma, você pode diversificar a sua carteira e dar os primeiros passos no mercado americano, o maior do mundo.

Se quer conhecer melhor o processo de investimento no exterior conheça mais sobre a Avenue e invista com quem é referência no assunto.

Posts relacionados

Deixe um comentário